quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Respiro Solidão


Respiro a solidão, acaricio o silêncio… o murmúrio de uma saudade nesta tarde abandonada.
Dói-me o pensamento que se estende por planícies amarguradas… a minha voz emudece nos soluços que brotam de orvalhos incandescentes.
Caminho no vazio desta sala, os meus olhos parados na janela, vidros pontilhados de lágrimas, nada veem senão o frio espectro de uma ausência. Cerro as cortinas da realidade, procuro a música da ilusão e encontro palavras que me segredam sonhos guardados no livro perfumado do meu entristeSer.


Princesa do Mar

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