sábado, 16 de março de 2013

Não sei chegar a ti...



Há a saudade de um nome, o perfume de um sentir que teima em habitar o universo dos meus olhos. O azul estende-se na memória das tuas letras, frases belas embaladas de brisa, beijos apetecidos nas marés amanhecidas dos mesmos sonhos de amor,
Procuro-te na ausência do teu corpo, encontro-te na lembrança de um momento por acontecer, a maciez do teu abraço, a ternura dos teus lábios em murmúrios de sol a poisar na solidão da minha pele. Procuro-te, nos jardins floridos do Tempo, onde as horas se apagam e os minutos são eternos, flores de um sorriso que me acendem estrelas na escuridão das minhas noites sem ti.
Não sei como chegar a ti, amor… há um mar que se estende revolto de realidade, há a imensidão do abismo que me atormenta neste caminhar tão só… e eu sinto-me perdida, porque as letras do meu coração querem perder-se neste labirinto que me aprisiona os sentidos da alma e me impede de voar no segredo das brisas que me levam a ti.

Princesa do Mar

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