sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Num simples murmúrio de brisas...




Escutei o teu murmúrio de brisas, alegrei-me para as flores que se abriram em gargalhadas de cores e exultação. O meu rosto iluminou-se de estrelas e o olhar mergulhou mansamente no sorriso do horizonte que se espreguiçava no alvorecer. Corro, agora, descalça pelo jardim pintado de arco-íris. Uma explosão de sentidos leva-me numa dança etérea, acalento de sonhos perfumados, de melodias ancestrais… Reminiscências áureas agora sentidas no coração do vento. Abro os braços, quero o teu corpo entrelaçar… quero voar, livre, nas tuas asas encantadas de anjo… quero poisar no paraíso do teu sonhar.
Vem, amor! A espera dói! Chega-te bem perto de mim, não te escondas na folhagem da Razão. Não escutas a minha alma que canta as letras amorosas dos teus versos? Não percebes a melopeia da minha voz? Ela é a música adocicada da tua essência que te chama em acordes azuis, reflexos dos meus olhos saudosos e tão enamorados de ti… Vem, meu amor… as borboletas estão cansadas… eu preciso do teu embalo meigo, preciso flutuar nos teus abraços de seda e num beijo terno, contigo ficar!

Princesa do Mar

4 comentários:

Vera disse...

A espera dói, mas por vezes há a recompensa :)
Gostei imenso do texto, com amor, dor, saudade, que dão um brilho especial às palavras!

Beijinhos

Jorge Pimenta disse...

tanto de nós é feito de ar, brisa, vento e até ventania... e o abraço, então?
delicado, como tu!
beijinho!

Maria disse...

Todas as esperas são dificeis de suportar. Que essa espera seja breve e que o amor inunde o seu coração.
Bom domingo
Beijinhos
Maria

AC disse...

Doce convite, doce embalo...

Beijo :)

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